MORHAN Recife promove o I Seminário de Educação em Hanseníase de Pernambuco

MORHAN Recife promove o I Seminário de Educação em Hanseníase de Pernambuco

Entendendo que é na formação do profissional que são firmados os princípios norteadores das práticas deste futuro profissional de saúde, o MORHAN Recife promoveu, em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco, o I Seminário de Hanseníase de Pernambuco, com o tema: “Como está a formação do profissional de saúde para o combate a hanseníase?”. O evento teve o objetivo de mobilizar estudantes da graduação dos cursos de Enfermagem, Medicina, Fisioterapia e Terapia ocupacional para a problemática da hanseníase, conscientizando-os para questões não só relacionada aos problemas clínicos da doença, e contribuindo para a formação de um profissional qualificado e comprometido com a questão da hanseníase.O Seminário aconteceu no dia 22 de novembro, no auditório Jorge Lobo da Universidade Federal de Pernambuco – UFPE, e contou com a participação de 50 estudantes, entre os cursos de graduação de Medicina, Enfermagem, Fisioterapia, Terapia ocupacional, Serviço Social e Biomedicina. O evento contou ainda com a participação de Artur Cutódio, coordenador nacional do MORHAN,a coordenação estadual e hanseníase, voluntários do Movimento, profissionais da rede e professores dos cursos Médico, de Enfermagem e Terapia Ocupacional A programação contou com abordagens que perpassaram a história da hanseníase, seus aspectos clínicos e epidemiológicos, a inserção da temática hanseníase na grade curricular dos cursos em questão, e finalizou com uma grande discussão sobre a participação de estudantes em movimentos sociais, tomando o MORHAN como exemplo. A voluntária do MORHAN Recife Raphaela Delmondes, hoje enfermeira, entrou para o movimento durante seu curso de graduação e hoje trabalha e milita na causa da hanseníase. “O MORHAN Recife tem recebido constantes denúncias a cerca de problemas enfrentados por pessoas acometidas pela hanseníase, na busca por assistência à saúde digna e de qualidade nos serviços de atendimento do SUS”, afirma.  “Um dos problemas mais freqüentes é a qualificação e o comprometimento dos profissionais de saúde que assistem a estas pessoas”.